ACM Neto minimiza redução da oposição na ALBA e aposta: “Não haverá movimento de adesismo”

Foto: Divulgação
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O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) minimizou a redução no número de deputados estaduais eleitos por partidos de oposição na Bahia e afirmou acreditar que não haverá uma nova migração de parlamentares para a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

Ao comentar a composição da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Neto atribuiu a diferença no tamanho das bancadas eleitas em 2022 e 2026 ao movimento de adesão de deputados ao governo ao longo do mandato. Ele citou Vitor Azevedo, Pedro Maciel e Oliveira como exemplos de parlamentares que passaram a integrar a base governista após a eleição anterior.

“Em 2022, a gente elegeu uma quantidade maior de deputados estaduais, só que essa diferença praticamente foi toda de adesismo. Dessa vez, a gente elegeu uma quantidade menor, mas eu acho que não haverá esse movimento de adesão ou de adesismo à base do governo”, afirmou.

Neto também mencionou o deputado Tiago Gileno (Republicanos) ao contestar sua inclusão entre os parlamentares que teriam feito campanha ao lado dele. Segundo o ex-prefeito, Gileno não participou de sua campanha, e a esposa do deputado, prefeita de Ponto Novo, apoiou Jerônimo Rodrigues na disputa eleitoral.

“Dos que se elegeram fazendo campanha comigo, eu imagino que todos vão continuar no campo de oposição”, declarou. Sobre a bancada federal, Neto afirmou acreditar que todos os deputados eleitos por partidos de oposição fizeram campanha ao seu lado.

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