O deputado estadual Nelson Leal (PP) rebateu as recentes declarações do secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, contra o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) e afirmou que o discurso de crítica do petista não passa de hipocrisia e despeito de quem, por longas décadas, repetiu as mesmas promessas e acumulou frustrações junto à população baiana.
Para Leal, quem perdeu credibilidade com o povo foi o próprio PT, que durante quase 20 anos de governos no estado construiu um verdadeiro repertório de promessas não cumpridas.
“O que falta ao PT é responsabilidade e resultado. O povo baiano ouviu promessas de ponte Salvador-Itaparica, de Fiol, de recuperação do centro de convenções estadual, entre tantas outras. Dessas, quantas saíram do papel? Quais mudaram efetivamente a vida das pessoas? O PT falava bonito, mas entregava muito pouco. Essa convivência com as promessas frustradas ajudou a transformar Adolpho Loyola no maior loroteiro da Bahia”, declarou.
Leal fez questão de enumerar projetos que ficaram apenas como discurso, contrastando com o que, segundo ele, deu resultado sob gestão de ACM Neto em Salvador.
“O PT gosta de falar em ‘compromisso’ e ‘gestão’, mas deixou a Bahia atolada em promessas. Ponte Salvador-Itaparica que nunca saiu, Fiol que não andou, centro de convenções estadual abandonado. Foi preciso que a Prefeitura de Salvador assumisse responsabilidades que seriam do Estado, como a construção do novo centro de convenções — justamente porque o antigo equipamento foi deixado em ruínas pelo governo petista”, criticou.
O deputado afirmou que a crítica de Loyola tem mais a ver com dor de cotovelo e inveja do que com análise concreta das realizações do município em comparação com o governo estadual. “Dor de cotovelo quem tem são os petistas, que se mordem ao ver o que foi feito em Salvador. Enquanto o Estado acumulava promessas, a prefeitura comandada por ACM Neto transformou a cidade, assumiu responsabilidades, investiu em obras, em infraestrutura e em projetos que melhoram a vida das pessoas. E não ficou só na fala”, disse.