Direto de Brasília: "Nacionalização vai ditar o ritmo entre Jerônimo e ACM Neto", projeta João Carlos Bacelar sobre sucessão na Bahia

Foto: Divulgação
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O deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA) analisou o atual cenário da disputa eleitoral pelo Governo da Bahia. Em conversa com a imprensa baiana nesta quarta-feira (20), nos corredores da Câmara dos Deputados, o parlamentar revelou dados de monitoramentos internos e defendeu que o desfecho do embate entre o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o ex-prefeito soteropolitano ACM Neto (União) estará intrinsecamente amarrado à conjuntura política nacional.

"Hoje, se fizer uma pesquisa — eu tenho feito pesquisa no estado da Bahia —, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, está na frente, entre 5 a 7 pontos. Mas, na hora que a eleição aproximar, vai ser muito casada com a eleição nacional", avaliou o deputado, estendendo essa tendência de forte nacionalização das urnas para os demais estados do país.

Bacelar pesou os pontos fortes de cada um dos virtuais concorrentes ao Palácio de Ondina. Ao analisar o atual chefe do Executivo estadual, o congressista elogiou o perfil pessoal do petista e destacou o peso da máquina pública somado ao apoio do plano federal.

"O governador Jerônimo, que é uma pessoa maravilhosa, de finíssimo trato, sensível e humilde, ele tem um candidato fortíssimo para presidente, que é o Lula, e está sentado na máquina. Além do pacote de obras que o governador está imprimindo no Estado da Bahia, que é muito grande. Então, o pacote de obras mais a candidatura calçada do presidente Lula, ele tem muita condição de se reeleger", pontuou de forma autêntica.

Por outro lado, o parlamentar ressaltou a densidade eleitoral e o histórico administrativo do principal nome da oposição baiana, mas condicionou o teto de crescimento de seu grupo à definição de um palanque presidencial competitivo.

"O candidato ACM Neto é preparado, muito preparado. Esse prefeito foi um dos melhores prefeitos de Salvador, mas ainda não tem definido um candidato a presidente da República. Então, se ele tiver um candidato à Presidência forte, ele será um forte candidato. Se não tiver, o governador tem amplas chances de se reeleger", concluiu João Carlos Bacelar.

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