O vereador Randerson Leal (Podemos) celebrou um importante avanço institucional para a Câmara Municipal de Salvador: a implantação do sistema de emendas parlamentares impositivas para os vereadores de oposição e situação, da capital baiana.
A construção do acordo foi consolidada durante reunião realizada na tarde desta quarta-feira, 27, na Prefeitura de Salvador, com a presença do prefeito Bruno Reis (União Brasil), do presidente da Câmara, Carlos Muniz (PSDB) e do líder da bancada governista na Câmara, Kiki Bispo (União Brasil).
A medida é considerada um marco para a Câmara Municipal de Salvador e garante a cada vereador o direito à indicação de até R$ 1,2 milhão em emendas parlamentares, ampliando a participação dos parlamentares na destinação de recursos públicos para ações e obras nas comunidades. Pelo modelo pactuado, as emendas deverão obedecer à seguinte distribuição: 50% para a saúde, 25% para a educação e 25% para demais áreas prioritárias do município.
Randerson Leal, que desde o início de sua atuação à frente da liderança da oposição vinha pautando a necessidade de avanço nesse diálogo institucional, destacou que o entendimento é fruto de construção coletiva entre os poderes e de uma agenda permanente em defesa do fortalecimento do Legislativo.
“Foi um momento importante para a democracia e para o fortalecimento da Câmara Municipal. Essa conquista permite que os vereadores contribuam de forma ainda mais direta com melhorias concretas para a população de Salvador”, afirmou.
O parlamentar também agradeceu a articulação política conduzida pelo líder do governo na Câmara, vereador Kiki Bispo (União Brasil), e pelo presidente da Casa, Carlos Muniz.
“Agradeço ao vereador Kiki Bispo pela importante intermediação e ao presidente Carlos Muniz pela sensibilidade e compromisso com o fortalecimento do Legislativo municipal”, completou Randerson Leal.
Também participaram da reunião os vereadores Silvio Humberto (PSB), Alexandre Aleluia (Novo), Cláudio Tinoco (União Brasil), João Cláudio Bacelar (Podemos), Hélio Ferreira (PCdoB), Filipe Santana (PSD), Daniel Alves (PSDB) e Professor Hamilton Assis (PSOL).