Zema critica caderneta da gestante e diz que governo Lula “substituiu mães por pessoa que gesta”

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), fez duras críticas nesta quarta-feira (1º) à nova caderneta da gestante adotada pelo Ministério da Saúde durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o governador de Minas Gerais afirmou que o material substitui o termo “mãe” por expressões como “pessoa que gesta” e criticou a inclusão de um capítulo sobre aborto no documento.

Segundo Zema, a palavra “mãe” aparece poucas vezes ao longo da publicação e, na avaliação dele, isso demonstra uma mudança de abordagem promovida pelo governo federal.

“No PT, as mães viraram apenas pessoas que gestam. E o aborto se tornou banalidade”, declarou.

O governador também afirmou que, pela primeira vez, a caderneta de pré-natal do Sistema Único de Saúde (SUS) dedica um capítulo ao tema do aborto, o que, segundo ele, seria inadequado para um material voltado às mulheres que decidiram levar a gestação adiante.

“Num documento para quem quer ter filho, o governo Lula coloca orientações sobre como não ter”, disse.

Durante a manifestação, Zema ainda criticou a linguagem adotada pelo Ministério da Saúde e afirmou que o documento estaria carregado de “ideologia política”. Segundo ele, a ausência de ilustrações do bebê durante a gestação também refletiria essa escolha.

Ao final da declaração, o pré-candidato defendeu maior proteção às gestantes e às crianças ainda durante a gravidez.

“Eu costumo dizer que temos de acabar com os intocáveis. Mas, nesse caso, acredito que as mães e os seus bebês é quem deveriam ser intocáveis. E não simplesmente sofrer substituições por termos como ‘pessoa que gesta’ e ‘conjunto de células’”, afirmou.

Compartilhe:

Siga a gente Instagram | Facebook | Twitter | Youtube

LEIA TAMBÉM

REDES SOCIAIS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

error: Conteúdo protegido.