“Sem combater a impunidade, não há solução para a insegurança na Bahia”, diz ACM Neto

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O candidato ao Governo da Bahia pelo União Brasil, ACM Neto, voltou a criticar a política de segurança pública do estado e afirmou que a impunidade é um dos principais fatores responsáveis pelo avanço da violência.

Durante entrevista concedida nesta quarta-feira (22), na convenção que oficializou sua candidatura ao Palácio de Ondina, ACM Neto comentou um caso recente de homicídio ocorrido no bairro da Boca do Rio, em Salvador, e lamentou que, segundo ele, o crime ainda não tenha sido esclarecido pelas autoridades.

Para o ex-prefeito de Salvador, a baixa capacidade de investigação e de elucidação de crimes contribui diretamente para o fortalecimento da criminalidade na Bahia.

“Esse é um dos problemas mais sérios que existem na segurança pública. A Bahia, infelizmente, é o estado do Brasil que menos resolve crimes. Tem o maior volume de impunidade”, afirmou.

ACM Neto defendeu que o combate à violência passa pelo fortalecimento das investigações, pela prisão dos responsáveis e pelo cumprimento efetivo das penas impostas pela Justiça.

“Não adianta. Se você não consegue prender o bandido e garantir que ele, na prisão, cumpra rigorosamente a pena, o crime se multiplica”, declarou.

O candidato também afirmou que a percepção de impunidade acaba tornando a Bahia mais atrativa para a atuação de criminosos.

“O bandido, ao invés de estar em outros estados, vem para a Bahia. Não tem como enfrentar o problema da violência sem acabar com a impunidade, colocar bandido na cadeia e fazer da prisão um lugar que realmente puna e garanta que ele pague pelo ato que cometeu”, concluiu.

As declarações foram dadas durante a convenção estadual do União Brasil, que marcou o lançamento oficial da candidatura de ACM Neto ao Governo da Bahia nas eleições de outubro.

Compartilhe:

Siga a gente Instagram | Facebook | Twitter | Youtube

LEIA TAMBÉM

PUBLICIDADE

REDES SOCIAIS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

error: Conteúdo protegido.