Paulo Azi aponta perseguição contra ACM Neto: "Tentativa de constrangimento e desgaste do PT"

Foto: Divulgação
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O deputado federal Paulo Azi, presidente estadual do União Brasil, acusou nesta quinta-feira (17) uma tentativa de perseguição política contra o candidato a governador ACM Neto (União Brasil), após o vazamento seletivo de informações sobre a operação Overclean. Ele também destacou a representação da Federação União Progressista ao Procurador Geral da República, Paulo Gonet, solicitando o afastamento do secretário estadual do Meio Ambiente, Eduardo Sodré, investigado no caso do Banco Master.

“Percebendo claramente que está prestes a perder a eleição, o PT da Bahia partindo para todo tipo de perseguição. Agora vemos uma tentativa de utilizar até o aparato policial para criar constrangimento e tentar desgastar ACM Neto perante a opinião pública. Fizeram um pedido de busca e apreensão e o próprio Supremo, de maneira objetiva, entendeu que não havia elementos suficientes para autorizar uma medida dessa gravidade”, afirmou.

Por outro lado, ele apontou que o secretário Eduardo Sodré, investigado por graves suspeitas relacionadas ao Master, segue no cargo, com aval e apoio do governador Jerônimo. 

“Diante da passividade do governador, que não toma nenhuma providência em relação ao seu secretário, entramos com uma petição junto ao Procurador Geral da República, Paulo Gonet, pedindo que ele requeira ao Supremo Tribunal Federal o imediato afastamento dele do cargo. Existem suspeitas que continuam sendo investigadas e restrições que já foram impostas pela Justiça. Mesmo assim, ele continua tendo o consentimento do governador. A Bahia precisa saber por quê”, disse.

Azi lembrou que Jerônimo já declarou publicamente que não pretende afastar Sodré sem o que considera uma “motivação concreta”. Ele voltou a questionar o tratamento dado aos dois episódios. “Não podemos naturalizar uma tentativa de produzir um fato político a poucas semanas da eleição. A operação Overclean começou em 2024 e, desde então, nunca houve nada contra Neto. Agora, temos aí fortes indícios apontados pela Polícia Federal contra o secretário, mas Jerônimo insiste em mantê-lo”, afirmou.

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