O pré-candidato ao Senado, Rui Costa (PT), detalhou os bastidores da negociação para a implantação do VLT de Salvador nesta quarta-feira (17). Costa explicou que, mesmo após deixar o governo e diante da desistência da concessionária anterior por conta dos reflexos da pandemia, agiu diretamente para que o projeto não fosse abandonado. "Nós fomos atrás. Eu, saindo do governo, tinha visto os trens", relatou.
O petista destacou que a paralisação global provocada pelo fechamento da China por dois anos afetou o consórcio original, exigindo uma intervenção do Estado. Diante do impasse, o ex-governador afirmou ter buscado o diálogo institucional para salvar os ativos. "Acionei o Tribunal de Contas para fazer uma mediação", explicou Costa, justificando a necessidade de pressa para não perder os prazos e os investimentos já realizados.
Por fim, a fonte celebrou a entrega da estação da Calçada, apontando que os novos equipamentos demonstram o compromisso da gestão com a mobilidade. Ele reforçou que a prioridade atual, além da entrega dos trens, é acelerar as obras de infraestrutura, cujo cronograma estimado para a conclusão total do trecho varia entre dois anos e meio e três anos.