O deputado federal Bacelar (PV-BA) lamentou profundamente a morte de dois integrantes da Torcida Bamor, em episódios de violência registrados em Salvador antes do clássico entre Bahia e Vitória, neste domingo (23). O parlamentar manifestou solidariedade às famílias e aos amigos das vítimas, além de toda a comunidade tricolor, diante da tragédia.
“Recebo com profunda tristeza a notícia da morte de dois integrantes da Torcida Bamor. Neste momento de tanta dor, minha solidariedade está com as famílias, os amigos e toda a comunidade tricolor. Nenhuma família deveria perder um filho por causa de uma rivalidade esportiva”, afirmou Bacelar.
Para o deputado, a paixão pelo futebol faz parte da identidade e da cultura da Bahia, mas a rivalidade precisa permanecer apenas dentro de campo. O parlamentar fez ainda um apelo para que a tragédia não desencadeie novos episódios de violência entre torcedores. “Fora dele, prevalecem o respeito à vida, à convivência e às leis. A violência não pode ser tratada como parte do futebol. Rivalidade esportiva é legítima. Agressão, intolerância e homicídio são crimes e precisam ser tratados como crimes”, destacou.
Bacelar defendeu uma apuração rigorosa das circunstâncias das mortes e cobrou que, uma vez identificados os responsáveis, eles sejam penalizados.“É fundamental que as autoridades investiguem cada circunstância, identifiquem os responsáveis e façam com que respondam pelos seus atos. Não podemos aceitar que mortes sejam simplesmente incorporadas à rotina dos dias de jogo. A sociedade precisa de respostas, e as famílias têm direito à justiça.”
O parlamentar enfatizou que combater a violência no futebol exige responsabilidade de todos: poder público, clubes, torcidas organizadas e sociedade para que os estádios e seus arredores sejam espaços seguros para torcedores e trabalhadores.
“Precisamos romper esse ciclo. A vida tem que estar sempre acima de qualquer rivalidade. Minha solidariedade às famílias que hoje enfrentam uma dor que nenhuma palavra é capaz de reparar. Que Deus conforte a todos e que a justiça seja feita.”