Alexandre Aleluia amplia articulação e deve receber apoio da oposição para presidir Câmara de Salvador

Foto: Divulgação
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O vereador Alexandre Aleluia (Novo) deve ampliar, nesta terça-feira (3), sua articulação para assumir a presidência da Câmara Municipal de Salvador (CMS), com a expectativa de receber o apoio da bancada de oposição. O movimento ocorre um dia após o atual presidente da Casa, Carlos Muniz (PSDB), declarar apoio à candidatura do parlamentar para sucedê-lo no comando do Legislativo.

Com a adesão de Muniz, Aleluia passou a contabilizar 35 apoios entre os 43 vereadores da Câmara, consolidando uma ampla vantagem na disputa. A expectativa é que a oposição também anuncie apoio ao nome do vereador, embora os parlamentares do PSOL possam optar pelo lançamento de uma candidatura própria, seguindo uma tradição da legenda.

Apoio de Muniz fortalece candidatura

Ao anunciar sua posição, Carlos Muniz afirmou que decidiu acompanhar a escolha da maioria dos vereadores, que considera Alexandre Aleluia o nome mais adequado para assumir a presidência da Casa. O atual dirigente também relacionou sua decisão à defesa da democracia.

“Minha trajetória política é marcada pela defesa da democracia e, uma vez que a maioria dos vereadores entende que Alexandre Aleluia é o melhor nome para me substituir no comando da CMS, eu sigo a decisão da maioria e passo também a apoiar Aleluia”, declarou.

O apoio representa um reforço importante para a candidatura de Aleluia, que já reúne a maioria dos integrantes do Legislativo municipal e se consolida como o nome da base do prefeito Bruno Reis (União Brasil) na disputa pela sucessão.

Articulação vem desde 2022

A construção da candidatura de Alexandre Aleluia à presidência da Câmara não é recente. Em 2022, antes da articulação que garantiu a reeleição de Geraldo Júnior (MDB) para o comando da Casa, o vereador já aparecia entre os nomes cotados para assumir a função.

Agora, em um cenário diferente do observado na legislatura anterior, o parlamentar, que está no terceiro mandato, volta a disputar o comando do Legislativo soteropolitano com uma articulação que já reúne 35 dos 43 vereadores.

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