A declaração foi dada na manhã deste domingo, antes da conclusão da votação. A avaliação, portanto, corresponde à leitura feita pelo candidato sobre o cenário eleitoral naquele momento, e não ao resultado oficial das urnas. O levantamento mais recente da Quaest citado pela imprensa mostra, por outro lado, um cenário diferente no Rio: os candidatos do PL Carlos Portinho e Carlos Jordy apareciam numericamente à frente na pesquisa divulgada no dia da eleição.
Rio Grande do Sul e Minas entram no radar
Rui também apontou mudanças na disputa pelo Senado no Rio Grande do Sul. Segundo o candidato baiano, o grupo ligado a Lula teria condições de eleger pelo menos um senador no estado, com possibilidade de ampliar esse número.
“O Rio Grande do Sul também nós vamos confirmar pelo menos um candidato, podendo fazer o segundo.”
Em Minas Gerais, a avaliação apresentada pelo petista foi de que o cenário teria se alterado em relação às expectativas iniciais da campanha.
“Em vários estados nós notíamos e vamos fazer em Minas. Não havia expectativa inicial e agora há uma expectativa de fazer um senador.”
A declaração ocorreu em um momento de forte disputa pelas 54 cadeiras do Senado que estão em jogo em 2026. Cada estado e o Distrito Federal elegem dois senadores neste pleito. Levantamentos divulgados às vésperas da votação, contudo, apontavam cenários distintos entre as unidades da Federação, com disputas próximas em diversos estados.
Rui evita antecipar resultado
Apesar de apresentar uma avaliação positiva sobre o desempenho de candidatos aliados, Rui Costa evitou tratar as projeções como resultado definido. Questionado sobre a composição do Senado após a eleição, o candidato afirmou que a conclusão dependeria da apuração.
“É aguardar o resultado da eleição para a gente fazer essa avaliação.”