O senador eleito pela Bahia Rui Costa (PT) afirmou, nesta terça-feira (13), que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixará as contas públicas com compromissos e obrigações transparentes. Em entrevista à Central de Notícias, do SBT News, apresentada pela jornalista Amanda Klein, ele também defendeu a criação do Ministério da Segurança Pública e disse que a medida pode ser implementada sem comprometer a responsabilidade fiscal.
Questionado sobre as despesas que o governo atual deixará para a próxima gestão e sobre a situação fiscal herdada da administração de Jair Bolsonaro (PL), Rui Costa afirmou que algumas despesas não estavam previstas no orçamento de 2023.
Contas públicas e responsabilidade fiscal
O senador eleito declarou que o governo Lula pretende encerrar o mandato com as obrigações financeiras identificadas e transparentes.
“Esse governo vai deixar um país arrumado do ponto de vista fiscal, com todos os compromissos transparentes e as obrigações transparentes que o governo terá que cumprir”, afirmou.
Rui Costa também reiterou que, em sua avaliação, será possível manter os investimentos públicos e cumprir as metas fiscais.
Defesa do Ministério da Segurança Pública
Durante a entrevista, o petista apoiou a proposta de criação de um Ministério da Segurança Pública. Segundo ele, o enfrentamento ao crime organizado exige maior coordenação das ações federais com as demais instituições responsáveis pela área.
“Eu sou defensor, desde o início do mandato do presidente, da criação desse ministério”, declarou.
Para Rui Costa, a segurança pública está entre as principais preocupações dos eleitores brasileiros. Ele defendeu uma atuação coordenada do governo federal para combater organizações criminosas.
Custo da nova estrutura
Questionado sobre o impacto financeiro da criação do ministério, Rui Costa avaliou que a despesa adicional seria residual. No entanto, não apresentou estimativas de custo durante a entrevista.
Ao concluir, o senador eleito reafirmou a expectativa de que o governo mantenha a expansão dos investimentos sem abandonar o controle das contas públicas.