"Acho que vou ter muita participação nos processos decisórios", estima Josias Gomes, novo conselheiro do TCE-BA

Foto: Divulgação
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Empossado oficialmente como conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) nesta segunda-feira (9), Josias Gomes detalhou sua visão estratégica para o novo ciclo na Corte. O ex-parlamentar federal iniciou sua fala demonstrando gratidão pela confiança depositada pelo Poder Executivo e satisfação com a recepção institucional que teve na Casa. "Hoje é um momento especial. É um momento especial em que agradeço em primeira mão ao governador por ter me escolhido conselheiro. Estou feliz e gostando do que estou vendo nesse pouco mais de um mês de convivência aqui com os demais conselheiros, com as equipes técnicas", declarou.

Gomes destacou que sua chegada ao tribunal não será apenas protocolar, mas marcada por um envolvimento direto na modernização dos métodos de fiscalização. Ele projeta uma atuação ativa junto aos órgãos técnicos para elevar o padrão do controle das contas públicas na Bahia. "Estou muito satisfeito. Acho que vou ter muita participação nos processos decisórios, com uma grande preocupação de buscar cada vez mais aperfeiçoar o sistema de controle externo", afirmou o conselheiro, indicando que pretende contribuir para a evolução tecnológica e metodológica da instituição.

O novo integrante da Corte de Contas também enfatizou uma mudança de paradigma no tratamento dado aos gestores municipais e estaduais, defendendo um equilíbrio entre o rigor técnico e a sensibilidade social. Josias defende uma "análise mais humanizada", inspirada no trabalho de aproximação com a sociedade iniciado pelo ex-presidente do órgão, Marcus Presídio. "Nós somos guardiões do erário público, mas não com o sentido punitivista que outrora prevalecia, mas sim um processo educativo, um processo de socialização de responsabilidades", explicou.

Para o conselheiro, o olhar do TCE-BA deve ser duplo: rigoroso na legalidade, mas atento aos resultados práticos das políticas públicas para a população. Segundo ele, a meta é que os recursos públicos sejam aplicados de maneira "convincente", gerando transformações reais no dia a dia dos baianos. "O objetivo é que os gestores tenham a tranquilidade de ter aqui um tribunal que vai estar com um olhar voltado para as contas públicas, mas um outro voltado para que os recursos sejam aplicados de maneira capaz de promover sempre o bem-estar da população baiana", concluiu Josias Gomes.

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