"A gente se baseia pelas pesquisas sérias que a gente contrata", afirma Bruno Reis ao minimizar levantamento sobre cenário eleitoral na Bahia

Foto: Divulgação
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O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), minimizou os números divulgados pela pesquisa Real Time/Big Data para a disputa ao Governo da Bahia, que indicou empate técnico entre o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o ex-prefeito ACM Neto (União Brasil). A declaração foi dada nesta quarta-feira (9), durante a entrega da Escola de Ofícios Tradicionais de Salvador, sediada na Casa das Sete Mortes, no Pelourinho.

Ao ser questionado sobre o levantamento que apontou margem estreita entre as candidaturas majoritárias, o gestor municipal afirmou que a campanha do União Brasil orienta suas diretrizes por pesquisas internas contratadas pelo grupo político.

"Acho que só a sua própria pergunta já serve de resposta para os dados dessa pesquisa. Gente, vai ter pesquisa aí para todos os gostos, tipos e gêneros até o dia da eleição. Volto a dizer a vocês, a gente se baseia pelas pesquisas sérias que a gente contrata e que servem de norte para a nossa estratégia de campanha", declarou Bruno Reis.

Mobilização de rua e avaliação das agendas no interior

O prefeito contrapôs os dados estatísticos citando a presença de eleitores nas caminhadas e comícios promovidos pela oposição no interior baiano, tomando como exemplo recente o ato político liderado por ACM Neto no município de Jussara.

"Graças a Deus, por onde passa, a recepção é forte. Ontem o nosso candidato ACM Neto esteve em Jussara, que não é uma cidade grande, é uma cidade em que tive a honra de ser deputado estadual na região de Irecê, e foi um mega movimento, o maior comício da história da cidade. Vocês viram a multidão de terça-feira à noite, quando a campanha está começando a esquentar", apontou.

Bruno Reis encerrou sua avaliação afirmando que o sentimento percebido durante o contato direto com a população sinaliza uma busca por renovação na gestão estadual:

"Essa é a melhor pesquisa: a pesquisa que a gente fica sabendo é o que escuta nas ruas, as pessoas com desejo de mudar. Chega, já deu, 20 anos não sei quem é que aguenta mais", concluiu o gestor.

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